Prestei hoje homenagem a um grande associativista almadense no meu "Casario" e acabei por ficar a pensar num dos vários malefícios da pandemia: o roubo das ruas a uma grande parte de pessoas que já tinham ultrapassado os oitenta anos.
Sim, houve muitas pessoas que não voltei a encontrar nos cafés e esplanadas de Almada, porque aqueles dois anos que os obrigaram a estar fechados em casa, alteraram-lhe completamente as rotinas, além de também lhe diminuirem a capacidade física, já de si frágil...
O pior, é que muitas vezes só sabemos que já não estão entre nós, algum tempo depois de nos deixarem...
(Fotografia de Luís Eme - Almada)
Foram o elo mais fraco durante a pandemia e muitos partiram sem os podermos acompanhar.
ResponderEliminarAbraço
É verdade... foi um tempo tão estranho, Rosa.
EliminarO curioso, foi as pessoas dizerem que quando tudo passasse íamos ser menos egoístas, iríamos olhar mais para o outro... E aconteceu exactamente o contrário.