quarta-feira, abril 08, 2026

Marcas de um tempo que não nos deixou saudades...


Prestei hoje homenagem a um grande associativista almadense no meu "Casario" e acabei por ficar a pensar num dos vários malefícios da pandemia: o roubo das ruas a uma grande parte de pessoas que já tinham ultrapassado os oitenta anos.

Sim, houve muitas pessoas que não voltei a encontrar nos cafés e esplanadas de Almada, porque aqueles dois anos que os obrigaram a estar fechados em casa, alteraram-lhe completamente as rotinas, além de também lhe diminuirem a capacidade física, já de si frágil...

O pior, é que muitas vezes só sabemos que já não estão entre nós, algum tempo depois de nos deixarem...

(Fotografia de Luís Eme - Almada)


2 comentários:

  1. Foram o elo mais fraco durante a pandemia e muitos partiram sem os podermos acompanhar.

    Abraço

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    1. É verdade... foi um tempo tão estranho, Rosa.

      O curioso, foi as pessoas dizerem que quando tudo passasse íamos ser menos egoístas, iríamos olhar mais para o outro... E aconteceu exactamente o contrário.

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