Falo do PCP, do Livre e do BE, que em vez de se unirem numa única candidatura de esquerda, quiseram levar os seus candidatos até ao fim, apenas para fazer propaganda às suas ideias, já a pensar em futuros dividendos políticos.
Claro que António José Seguro nunca foi o candidato de esquerda desejado (em especial pelo seu partido...), mas mesmo assim era, e é, o mais forte, o único que poderá ter aspirações a chegar à segunda volta.
O mais curioso, é que se o conseguir, o mérito será quase todo seu. Mas não precisava de ter começado a campanha, quase como medo de se afirmar como "socialista democrático" (o que quer que isso seja...), ao ponto de até merecer o apoio de "passistas"...
Esperemos que este "cada um por si" não dê maus resultados amanhã...
(Fotografia de Luís Eme - Cacilhas)
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